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Mundo ► Ciência

Fonte: Sapo
09-11-2020 13:00
 
A Terra treme a cada 26 segundos e os cientistas não têm explicação

Desde o inicio dos anos 60, que os sismógrafos têm detetado uma vibração a cada 26 segundos, como se de um relógio se tratasse. Embora seja apenas um ténue bip, é o suficiente para conseguir ser detetado pelos aparelhos de alta precisão. Apesar da avançada tecnologia que o ser humano tem ao dispor, ainda está por desvendar a razão deste fenómeno. Várias teorias e explicações de especialistas já tentaram desvendar o fenómeno, no entanto sem nenhuma conclusão até hoje.

 

Este sinal, pulso, classificado como mircossismo, foi documentado pela primeira vez no inicio dos anos 1960 por Jack Oliver, investigador do Observatório Geólogo Lamont-Doherty, nos Estados Unidos da América.

 

De acordo com o investigador, este sinal é proveniente de um lugar a sul do Equador no Oceano Atlântico e, que o sinal é mais forte nos meses de inverno do hemisfério sul (ou verão no hemisfério norte). Em 1980, Gary Holcomb, geólogo da United States Geological Survey (USGS), ao examinar o registo sísmico concluiu que este é mais forte durante tempestades.

 

Em 2005, Mike Ritzwoller, sismólogo da Universidade do Colorado, juntamente com a sua equipa, juntaram todos os dados obtidos anteriormente por Jack Oliver e Gary Holcomb. Entretanto, o então estudante graduado Greg Bensen, fez alguns avanços na pesquisa e trabalho de laboratório, posteriormente apresentados a Belsen.

 

Após examinarem os registos de todos os ângulos possíveis, a equipa foi capaz de triangular os pulsos até obterem a sua origem no Golgo da Guiné, na Costa ocidental de África. Este trabalho juntamente com o trabalho de Oliver e Holcomb, deu rigem a um estudo publicado em 2006 na Geophysical Research Letters.

 

Apesar deste trabalho publicado, mais nenhum estudo foi feito para confirmar a fonte desta atividade sísmica regular. Para uns investigadores pode ser causada por ondas, para outros a origem é de atividade vulcânica.

 

Segundo Ritzwoller, “O ruído sísmico existe basicamente por causa do sol. A nossa estrela aquece a Terra mais no equador do que nos polos, o que gera ventos, tempestades, correntes e ondas oceânicas. Quando uma onda atinge a costa, a energia é transferida para a Terra. É como se estivesse a bater na sua mesa. Ele deforma a área próxima à sua junta, mas depois está a ser transmitido por toda a mesa. Então, alguém sentado do outro lado da mesa, se colocar a mão, ou talvez a bochecha na mesa pode sentir a vibração”.

 

Mais recentemente, em 2013 e ainda sem explicações seguras, Garrett Euler, sismólogo da Universidade de Washington, apresenta outra localização mais precisa para a origem deste fenómeno. De acordo com o sismólogo, dá-se numa parte do Golgo da Guiné, chamada Bright of Bonny. Defende ainda que o argumento que as ondas atingem a costa seja provavelmente a causa.

 

De acordo com Doug Wiens da Universidade de Washington - “Quando as ondas cruzam o oceano, a diferença de pressão na água pode não ter muito efeito no fundo do oceano. Mas quando atinge a plataforma continental – onde o solo sólido está muito mais próximo da superfície – a pressão deforma o fundo do oceano (da mesma forma que bater numa mesa deforma a superfície) e causa pulsos sísmicos que refletem a ação das ondas”.

 

Apesar desta teoria, um artigo do mesmo ano apresentado por uma equipa do Instituto de Geodesia e Geofisica em Wuhan na China, defendem que a fonte mais provável do microssismo de 26 segundos é um vulcão. A teoria baseia na suspeita de que o ponto de origem do pulso é próximo a um vulcão na ilha de São Tomé, na Baía de Bonny.

 

Sessenta anos depois, continua por se perceber e compreender este fenómeno que faz com que a Terra trema a cada 26 segundos.



Fontes


SAPO

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